DISTRACTION Chicago

Nuit#1 - Passionet and Edgy. Twol Lonely People find Each Other.

About despair,individualism and the anxieties of belonging.

0938. White Stripes - White Blood Cells (2001)

0966. White Stripes - Elephant (2003)

1001. White Stripes - Get Behind Me Satan (2005)

Apaixonada ainda.

Apaixonada ainda.

1000. Beck - Guero (2005)
  • 1000. Beck - Guero (2005)

saudade 
não está 
e se bem diz
que fere mas não deixa cicatriz
saudade, doce bem que nos tortura
e ao coração maltrata com doçura
saudade
que me trouxe aqui
saudade
de beijar a ti
saudade
de uma era passada
do tempo
em que eu fui amada
saudade
de rever os meus
saudade
dos sorrisos teus
saudade
quem é que não tem?
só mesmo alguém
que nunca quis bem
se habita lá distante o nosso amor
nossa alma vai murchando como flor
vivendo quer no campo, ou na cidade
se sofre a angústia imensa da saudade
mas quando 
desse amor
nos apossamos
os dias correm, voam,
jubilamos
se o lar for infeliz
então teremos
saudade
das saudades que tivemos
saudade
de rever os meus
saudade
dos sorrisos teus
saudade
quem é que não tem?
só mesmo alguém
que nunca quis bem.

-Saudade/Dalva de Oliveira.

Em tempo: Para quem se interessa por arquitetura e urbanismo carioca, não deixem de assistir ao documentáiro “Reidy – A Construção da Utopia“. Conta a obra de Affonso Eduardo Reidy, um dos pioneiros da arquitetura moderna, com projetos notáveis como o Conjunto Habitacional do Pedregulho e o Museu de Arte Moderna, é narrada por meio de depoimentos de Paulo Mendes Rocha, Lúcio Costa, Carmen Portinho e Roland Castro.

Em tempo: Para quem se interessa por arquitetura e urbanismo carioca, não deixem de assistir ao documentáiro “Reidy – A Construção da Utopia“. Conta a obra de Affonso Eduardo Reidy, um dos pioneiros da arquitetura moderna, com projetos notáveis como o Conjunto Habitacional do Pedregulho e o Museu de Arte Moderna, é narrada por meio de depoimentos de Paulo Mendes Rocha, Lúcio Costa, Carmen Portinho e Roland Castro.

About Rio.

To querendo!

A RUA
Eu amo a rua. Esse sentimento de natureza toda íntima não vos seria revelado por mim se não
julgasse, e razões não tivesse para julgar, que este amor assim absoluto e assim exagerado é partilhado
por todos vós. Nós somos irmãos, nós nos sentimos parecidos e iguais; nas cidades, nas aldeias, nos
povoados, não porque soframos, com a dor e os desprazeres, a lei e a polícia, mas porque nos une,
nivela e agremia o amor da rua. É este mesmo o sentimento imperturbável e indissolúvel, o único que,
como a própria vida, resiste às idades e às épocas. Tudo se transforma, tudo varia — o amor, o ódio, o
egoísmo. Hoje é mais amargo o riso, mais dolorosa a ironia, Os séculos passam, deslizam, levando as
coisas fúteis e os acontecimentos notáveis. Só persiste e fica, legado das gerações cada vez maior, o
amor da rua.
A rua!
Que é a rua? Um cançonetista de Montmartre fá-la dizer:
Je suís la rue, femme êternellement verte,
Je n’ai jamais trouvé d’autre carrière ouverte
Sinon d’être la rue, et, de tout temps, depuis
Que ce pénible monde est monde, je la suis…

- http://objdigital.bn.br/Acervo_Digital/livros_eletronicos/alma_encantadora_das_ruas.pdf

1. "Você se engana se acha que a alegria de viver está principalmente na relação que você tem com as pessoas, está em tudo, em todo o resto..." (Into the Wild)